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Arquivo da Categoria ‘Volkswagen’

Salão do Automóvel: VW Robust

30, outubro, 2008
VW Robust concept no Salão do Automóvel em São Paulo

VW Robust concept no Salão do Automóvel em São Paulo

A VW Robust já fez sua estréia mundial mas sua aparição no Salão de São Paulo é importante, pois é no Brasil que ela terá seu maior mercado.

A primeira pic-up grande da VW será produzida apenas na Argentina. Vai atender todo o Mercosul e alguns países de outros continentes, como a África do Sul.

Seu estilo é bem conservador, não é tão atraente quanto ao de uma Toyota Hilux. Mas essa é uma impressão pessoal minha e a Robust pode muito bem cair no gosto das pessoas e vender bastante.

Absolutamente nada foi divulgado sobre a mecânica da puck-up. Só que esse segredo vai durar pouco. A Robust começa a ser fabricada na Argentina em 2009. É esperar para ver.

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Salão do Automóvel: VW Tiguan

30, outubro, 2008
VW Tiguan

VW Tiguan

Europeus adoram SUVs. Todo fabricante tem pelo menos 1 modelo. Como a moda agora são os SUVs compactos, a VW criou o Tiguan.

Concorrente direto do BMW X3, o Tiguan vem agradando em cheio os consumidores. Todo mundo gosta do carro. A aparência jovem e o desempenho são o segredo do sucesso desse carro. Ele usa a mecânica do Passar: motor turbo 2,0 litros de 200cv e câmbio Tiptronic de 6 marchas. O Tiguan acelera de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e atinge uma velocidade máxima de 229 km/h.

Chega ao Brasil no começo de 2009 e vem para brigar no mercado do BMW X3, da Tucson e da Captiva. Vai ser uma das SUV mais desejadas, com certeza. Luxo e conforto não faltam no interior do Tiguan. Revestimento de couro, sistema de som com mp3 e entrada para iPod, mesas dobráveis alojadas na parte traseira do encosto dos bancos dianteiros, entre outras comodidades.

O preço não foi divulgado. Mas como o Tiguan é fabricado na Europa, o carro virá com um valor salgado. Mas esse é um detalhe ao qual o comprador desse tipo de carro já está acostumado.

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Salão do Automóvel: VW Passat CC

30, outubro, 2008
O caro e bonito Passat CC no Salão de São Paulo

O caro e bonito Passat CC no Salão de São Paulo

Um dos carros mais bonitos do Salão, sem dúvida. O VW Passar CC segue o estilo coupé de 4 portas que a Mercedes lançou com o CLS.

A importação do Passat CC já está confirmada. Ele vem na versão equipada com o motor V6 de 3,6 litros que desenvolve 259 cv. O valor será alto, ficara na casa dos R$ 200 mil. Mas o carro vem super equipado.

O Passat CC é um carro muito bonito. Consegue ser mais bonito que certos Audi. Ele chega no Brasil no início de 2009.

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Novo Golf GTI

25, setembro, 2008

VW Golf GTI 2009

O fascínio que o Golf GTI exerce nos europeus é tão grande que todos estavam aflitos para saber como seria o GTI da 6ª Geração. Primeiro a Volkswagen fez mistério. Surgiram fotos do novo GTI e ela disse que era apenas um protótipo criado para ser apresentado no Salão de Paris. Depois do charminho ela teve que finalmente reconhecer de que se tratava mesmo do Novo GTI.

A inspiração é clara no Golf W12. As rodas, a cor branca, a cara de mau, tudo leva à mente o W12. Diferentemente do exótico protótipo, o GTI não tem um motor traseiro. Ele está lá na frente e é um 2.0 Turbo que desenvolve 211 cv e faz o carro chegar à máxima de 239 km/h! A aceleração de 0 a 100 é feita em 7,2 segundos. O câmbio manual ou o automatizado DSG são de 6 velocidades.

Poucos detalhes foram divulgados. Mas conforme eles forem aparecendo eu vou atualizando este artigo. Enquanto isso vamos curtir o álbum de fotos e sonhar com um desses no Brasil.

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O Voyage voltou.

13, setembro, 2008

Volkswagen Voyage

O Gol sedan vai se chamar Voyage. Ele usará os mesmos motorees do irmão Hatch. Então o Voyage voltou. Será?

Conheci um Voyage certa vez. O ano era 1989. Morava-mos na cidade de Marília interior de são Paulo. Meu pai era militar e precisava fazer um determinado curso em São Paulo. Ele e uns amigos também militares decidiram comprar em conjunto um carro para que pudesses viajar até São Paulo, se deslocar na cidade e voltar para Marília enquanto durasse o curso. Quando o curso terminou meu pai decidiu comprar o carro dos amigos para usar como o segundo carro da família.

O carro era feio. Um Voyage 1982 dourado a álcool. A história do carro era interessante. Meu pai e seus amigos o compraram num feirão. O homem que vendi o carro disse que o motivo da venda era para punir o filho que usava o carro, um presente dado pelo pai, nos rachas de finais de semana. Negócio de ocasião. Pois bem, ali estava o Voyage dourado com rodas de liga-leve e placa de São Paulo (como isso atrai olhares no interior) na garagem de casa.

Aquele Voyage era muito mau humorado de manhã. Fazer ele pegar era um exercício de paciência. Não interessava se era uma manhã quente ou fria. Ele não queria saber de pegar. O ritual era o mesmo: puxar o afogador, apertar o botão do injetor de gasolina no carburador, dar a partida. Repetir o procedimento mais algumas vezes até ele pegar. Pegar? Dava medo quando o motor funcionava assim. Trepidava tanto que o carro todo chacoalhava. Parecia que o motor ia pular pra fora. Ele resmungava muito e soltava uma fumaça branca com um cheiro de álcool mais que forte. Aos poucos o mau humor ia sumindo e a rotação do motor aumentando, dando sinal de que o afogador não era mais necessário. Aí o carro era outro.

Bastava pisar no acelerador que ele erguia a frente e respondia alegre acelerando. Ele gostava de andar. E gostava de curvas. Parecia que as rodas não desgrudariam nunca do asfalto. Nos sinais vermelhos a diversão era notar a cara de desprezo dos donos de Gol GTS, Escort XR3 ou de Monza. Mas bastava abrir o sinal que eles se surpreendiam. O Voyagezinho dava trabalho. Em primeiro lugar por que os idiotas adoravam cantar pneus, o que todo mundo que é inteligente sabe que faz perder tração. Em segundo lugar por que eles subestimavam o Voyage que era leve, engatava as marchas com precisão e tinha um desempenho razoável. Tudo bem, ele não era páreo para os Gol GTS de então. Mas que ele dava trabalho, dava sim. Ele não tinha uma aceleração fantástica e nem uma velocidade máxima de cair o queixo. Mas ele andava! Acelerava vigorosamente, não temia curvas e freava bem e com segurança. Ficou evidente o por que o tal cara de São Paulo usava ele para rachas.

Não era um carro confortável. Os anos de uso severo já deixavam marcas. O banco era muito duro, a suspensão não filtrava a menor irregularidade do piso. Mas o interior era aconchegante. Pelo fato do vidro traseiro estar mais próximo dos passageiros, o ambiente ficava mais, digamos, intimista. Os passeios eram sempre alegres dentro dele. Talvez pelo fato dele ser um carro alegre. Aquele dourado horroroso tinha lá sua energia boa. Não havia musica dentro do carro. Até havia um rádio toca-fitas mas as caixas de som não ajudavam. O jeito era conversar muito. E rir muito.

O tempo passou. O Voyagezinho foi embora. Ficaram as lembranças dos sábados alegres. Que venha o Novo Voyage. E que ele traga toda a tradição de alegria do seu antecessor.

Bem vindo.

Volkswagen